Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil

16 16UTC Julho 16UTC 2011

Um começo sobre o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil aqui. Que tem a intenção de irritar e consegue.


Quem um dia ira dizer que existe razão pra exibirem tantas vezes esse vídeo?

17 17UTC Junho 17UTC 2011

Já está todo mundo tendo seu momento de nostalgia, sonho realizado, momento lindo de amor com a campanha publicitária da VIVO para o dia dos namorados. Na verdade para o mês/semestre/ano! Trata-se do curta que tem como fundo a música Eduardo e Mônica da Legião Urbana. Foi uma ótima sacada, certeira. Eu mesmo sempre me perguntava quando é que iriam filmar cinematograficamente a referida música e o Faroeste Caboclo. Bem… ambos estão encaminhados. Apesar de enjoar com o tempo e não conseguir ouvir mais que duas vezes seguidas, eu gosto das músicas. Na verdade, quando mais novo eu sempre misturava as duas sem querer. Eu cantava assim:

Comia todas as menininhas da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo…

Mas como a mão que afaga é a mesma que apedreja, esse vídeo do E&M está apelando para a exposição excessiva. Sabe quando você ia ao cinema e se irritava com tantos trailers? Então, agora eles dividem o espaço com propagandas. Ano passado já dava vontade de esganar as mães e os bebês da Johnson naquela minissérie feita pelo Manoel Carlos. Agora, você tem que se deparar com o casal Edu e Mônica infinitamente. E se segurar para não vomitar. TODO filme que você for ver no cinema, antes terá que assistir Eduardo e Mônica. Vê-lo uma vez no YouTube, beleza. Aí ver novamente como trailer de cinema até vai… É tragável ver duas vezes. Mas na terceira já é falta de respeito com o consumidor. Pior, eles passam o filme inteiro! É a música toda, gente! Que eu já conheço, sei como começa, como acaba, já perdi a curiosidade. Finalmente os assentos marcados do Boulevard fazem sentido pra mim. Poder garantir um local na sala de cinema e chegar 30 min depois (comercial da Vivo, da Tok&Stok, iG último Segundo, patrocinadores mil, seguro, manual de como se comportar no cinema, trailer do Harry Potter [que deve ter a participação do Paulo Coelho], Transformers 3 [susto 1: pensei que fosse refilmagem do Apollo 11; susto 2: pensei que fosse a sequência 2, mas já é a terceira!! fizeram uma trilogia {e aposto que será uma trilogia de 6, no mínimo}, Meia-noite em Paris [turismo romântico do Woody]). Já no cinema do Liberty (onde está passando o Festival Varilux) é contar com a sorte e chegar cedo pra não ter que ficar com uma das poltronas quebradas. Agora é só esperar para que outras inúmeras músicas sejam filmadas. Essa daria um bom curta, vai…


Complexo de “pohãn” invertido

24 24UTC Maio 24UTC 2011

Sabe aquele vídeo que tem uma travesti jogando na cara do mundo que ela está muito bem de vida na Espanha? Aquele que já lançou gírias na internet como “bons drink”, “se isso é estar na pior” e “pohãn” pra concorrer com o “ahãn, Cláudia, senta lá” e “sua linda” – que ninguém aguenta mais e que só são repetidos por aqueles que ainda dizem “né brinquedo, não heeeeein”. Pois bem, ela (tenta) mata todo mundo de inveja ao mostrar que, ao contrário do que eles pensam, ela esta muitíssimo bem aproveitando uma vida de glamour, luxo e luxúria. Já eu, sofro do complexo de pohãn invertido. Minha frase atual é:

“E teve boatos de que eu estava na melhor. Se isso é estar na melhor – pohããnn! – que quer dizer estar mal né?”

O isso em questão refere-se ao meu atual estado. Estado de ameba! Estado de quem quer bancar o modelo e descer escada sem olhar pros degraus, pisa em falso e torce o tornozelo enquanto cai mais uns 3 degraus rumo ao chão. Coisas que só gente do calibre de um ex-BBB é capaz.

Aí, como se não bastasse girar um pouco mais abruptamente e te fazer cair, o mundo resolve conspirar pro infortúnio ser completo. Conspira pra que você rompe uns ligamentos exatamente na semana da festa mexicana que você resolve fazer, na semana que você troca de plano de saúde e, consequentemente por causa da carência, tem que bancar uma porrada de exames e fisioterapia. Porrada você tem vontade de dar na sua própria cara.

E emergência de plantão de hospital é outro Bergman, né? Você fica 40 minutos esperando o médico te chamar. E quando ele aparece, está com aquela cara de quem passou a noite inteira dormindo tendo sonho erótico. Você vai a outro, ele te olha com aquele olhar do House, sabe? Pesando se te cobra ou não o adicional que estão cobrando aqui em Brasília por causa da miséria dos planos de saúde.

Depois você – de muletas, gesso, robofoot, arnica, gelol, gelo, água quente, água fria, pé pra cima durante 3 semanas, inchaço, hematomas, usar o kama sutra pra ter uma idéia de como DORMIR!!!, ficar em pé só na posição de flamingo, ver sua perna saudável ficar malhada e mais grossa que a outra bichada, ir pra fisioterapia e sentir a dor do parto  – ainda é obrigado a ouvir piadinhas de amigos como “a única coisa que você vai conseguir é fazer um canguru-perneta”; e dos inimigos de trabalho “que férias hein!”, “aposto que fez de propósito pra pegar atestado”, “se fosse pobre ia ser demitido”. POIS SE EU FOSSE RICO TE PAGARIA PRA CALAR A BEIÇA!

Paul, eu te entendo, cara.

Paul, te entendo, cara.

Joan, sei como é ter o mundo contra você. Principalmente se sua idéia de mundo é a Bette Davis.

Forrest, que inveja!!


morcego, ratazana, baratinha e cia

23 23UTC Novembro 23UTC 2010

ou, Tá tudo Dominado!

           As pessoas adoram me avacalhar, como se eu fosse o Chris Brown de Todo Mundo Odeia o Chris. Minha mãe está, inclusive, se tornando uma legítima negra do Bronx, colocando a mão na cintura, apontando o dedo e entortando o pescoço. Mas tem uma pessoa em especial que adora me pirraçar. Uma pessoa muito bonita por sinal.

            Eu não me deixo em paz. E se tem algo que eu não paro de fazer é me testar e ir contra a corrente que eu mesmo provoquei. É fazer aquilo que eu penso não gostar ou prometi que não faria novamente por questões morais. Por isso continuo indo ao cinema.

            É a única explicação que encontro quando me vejo acessando a página Divirta-se do CorreioWeb dedicada a mostrar o que é exibido nas salas de cinema dessa cidade. Enviarei um e-mail para a redação do CW sugerindo uma adaptação mais realista ao nome de suas páginas on line. O Divirta-se, em particular, passaria a Irrita-se.

            Pois é de chorar quando você vê que Harry Poter está em trinta e uma salas (escrevi para você não pensar que troquei 13 por 31) e o novo do Woody em uma. Às 23h10. No SIA.

            Mas desde que o samba é samba, e filme é pipoca, é assim. E claro que a culpa não é do CW.

            Vou fazer uma campanha para arrecadar fundos para o Cine Academia. Vou vender tele-sena se for preciso (ixi, pior que o Silvio ta falindo e é possível colocar a filmografia do Stalone para conseguir audiência). Se bem que o Cine Academia não deve carecer de dinheiro. Então por que diabos não volta a funcionar?????

            Pois não aguento mais. Pra onde eu olho vejo o Radcliffe e sua britânica falta de lábios superiores. Olho pro ruivinho e lembro que até sex tape dele já vazou. Olho a Emma e penso: tomara que ela não faça comédias românticas; tomara que seja uma Natalie Portman da vida.


Já deu!

20 20UTC Novembro 20UTC 2010

Lenine cantando Paciência.

Zélia cantando Catedral.

Caetano cantando Sozinho.

Nando cantando Segundo Sol.

Gadu cantando Shimbalaiê.

 


Vaias para Claudia Leitte pelo motivo errado

19 19UTC Novembro 19UTC 2010

Uma coisa que irrita qualquer um é ser negligenciado. Às vezes até que no decorrer da sacanagem podemos relevar coisa ou outra. Por exemplo, atualmente quando o pão de açúcar cobra em seu sistema mais caro que o preço da prateleira, somente peço que seja cobrado o valor que vi ser anunciado. Sem dramas. Porém, quando o caixa faz cara de quem bebeu Coca-Cola sem gás.. aí é motivo de revolta. Afinal, não to pagando mais caro nem pelo produto e muito menos pela cara feia. De qualquer forma, algumas situações não pedem condescendência.

A Claudia Leitte foi fazer um show numa cidade do Paraná e atrasou por 2 horas. Todo mundo sabe que qualquer atraso surta qualquer um em qualquer situação. Mas esse episódio da Leitte é engraçado e revoltante (mais engraçado que qualquer outra coisa).

O que o público faz numa hora dessas? Vaia, é claro. E todos nós sabemos como uma vaia merecida é deliciosa. (As não merecidas são curiosas). O melhor de tudo foi que além de vaiar, o público começou a gritar “Ivete, Ivete”. Eu adoraria estar lá pra ver. Sem dúvida um dos melhores piores momentos do ano.

Isso mostra que por mais que você admire tal artista ou famoso (porque há diferença entre ser artista e famoso) (no caso da Claudia Leitte, FAMO.$A), seja fã, consuma seus produtos e o defenda de quem não gostar, você cruza a linha da admiração para a indignação caso ele seja negligente.

Porém o que mais mereceu vaia não foi o atraso. Foi o tal do desabafo de uma Leitte indignada. A reação dela foi jogar a culpa nas falhas técnicas da produção e se posar de coitadinha. Vejam:

É uma afronta ao consumidor que paga pelo produto desejado e é chamado de bizarro. Ainda tem que aturá-la cantar com cara de bunda? Afinal ela não está mais feliz. Está tristinha e ofendida, porém rica! Se fosse eu, queria meu dinheiro de volta. Eles pagaram pelo que: um show às escuras, com o som ruim, com a cara de birrinha dela. Pra ouvir ela cantar “eu quero mais é beijar na boca” 72 vezes até pegar sapinho.

Obviamente ela esquece que faz parte da produção e deve agira para que tudo saia nos conformes. Que antes de serem fãs, os presentes são consumidores. Que ela deixa o filho em casa, assim como muitas mães no país. Que ela ganha muito mais que a maioria das outras mães. Que esse não é o show da vida dela, é mais um que ela está sendo bem paga para fazer seu trabalho bem feito e não “como der”. Que ninguém tem culpa da mania de perseguição que ela nutre acoplada com a necessidade de ser idolatrada. Que ela não entende que esperar carinho e conforto quando se está errada é bater na porta da frustração. Que a música dela é pior que a da Ivete. Que ela não extravasa simpatia. Que eu farei um post com o melhor do pior dela.

Mas na verdade, esse post foi só uma desculpa para mostrar outro vídeo da Revolta da Ala das Baianas Ensandecidas do Vatapá.

Afinal,

O que uma verdadeira diva baiana faz (às vezes) quando a equipe técnica de seu show falha?


Coloca a culpa no culpado e não esculhamba a vítima.

O que uma verdadeira diva baiana faz quando não concorda com a atitude de seu público?


Esculhamba discretamente.

Eu ia colocar “Aprende, Claudia”. Mas sou convicto de que algumas pessoas simplesmente não aprendem.

 


Ser brasiliense é…

17 17UTC Novembro 17UTC 2010
…ver que o dia está um pouquinho nublado e sair de casa com cachecol e jaqueta puffy.

7 07UTC Novembro 07UTC 2010

Sai!! Sai do Facebook, gente esquisita. Voltem pro Orkut!


Duas sem tirar

7 07UTC Novembro 07UTC 2010

O post de hoje tratará de duas irritações de uma vez só. Sem óleo nem creme. Será uma dupla mais irritante que Shampoo e Condicionador Elséve 2 em 1.

Primeiro. Ir ao cinema é sempre um calvário e não sei por que insisto. Masoquismo, só pode! Das duas últimas vezes que fui, tive o desprazer de ficar perto de um grupo de adolescentes (sempre eles!) que não recebem atenção suficiente dos pais e descontam isso na sociedade tentando chamar atenção da mesma.

Na verdade essa concepção se aplica à penúltima vez, enquanto assistia “Atividade Paranormal 2” (ou Atividade Para Normal, uma das opções do Google). Um bando de adolescentes com preguiça de ir ao Pier 21, foram ao Boulevard e falaram o tempo todo, como se estivessem em casa.

Por isso que detesto a classe B. Se fosse a C, a ignorância poderia servir como desculpa e se fosse a A teria um cinema em casa (só para constar, faço parte da D, de Dou um Doce pra quem me tirar Daqui).

Da última vez, fui ver Federal. Dessa vez o grupo de amebas falava, ria e contava piada em voz alta por pura inaptidão de convivência social mesmo.

Aviso aos navegantes: não quero ouvir sua voz! Duvido muito que você tenha algo no mínimo engraçado a dizer. Vem aqui que boto crédito no seu pré-pago pra você enviar mensagens. Vá aprender libras. Não jante para ocupar a boca com pipoca durante 1 hora e 40 minutos. Compra o DVD no “corredor da morte” em frente ao Conjunto Nacional. Espera passar na Tela Quente.

Lembro-me de uma cena do Tudo Pode Dar Certo, onde a personagem da Even Rachel Wood fala sobre a teoria que a personagem do Larry David tem sobre a pena de morte. Ele acredita que deveria incluir pessoas que não recolhem o cocô de seus cães, que andam de bicicleta na calçada, chamam suas mães de “mami” etc. Eu, inspirado nesse gênio das relações sociais, acrescentaria aqueles que falam alto no cinema.

Então para aqueles que também se sentem irritados, sugiro as mostras do CCBB. Os intelectualizados não falam durante a sessão – e nem depois, já que o filme nem sempre é compreensível.

Segundo. O que torna o fato dos tagarelas tolerante é justamente o fato de ser difícil prestar atenção em Federal ou deixar de comentar o quão grotesco e amador ele é. (Mas, por favor, comentem em voz baixa da próxima vez. Pode parecer estranho, mas ouvir a voz do Selton Melo é menos pior que ouvir a sua).

Resumo da ópera: o filme é uma desculpa para mostrar cenas de tiro, porrada e sexo. Uma vontade de ser um Tropa de Elite em Brasília – só que feito por aqueles calouros de Comunicação da UnB com complexo de Glauber Rocha, Vladimir Carvalho…

Só fui ver porque as cenas eram em Brasília. Eu que sempre vi filmes com cartão postal do Rio, a loucura de São Paulo, favela e sertão, me senti instigado a ver filmagens em Brasília. Fui na ânsia de ver algum barraco da Ceilândia em que eu tenha morado, mas me deparei com uma Cei que não sabia que existia. Ver, sei lá, um primo traficante fazendo ponta; uma colega de escola que está tentando a vida em filmes de baixo orçamento antes de parar numa empresa chamada Brasileirinhas… Mas não. Só decepção.

A trama não tem história definida (o que não faz dela algo cult), as frases são de doer, a narrativa é pobre, a personagem do Selton é um porre. O policial bom inconformado com a ditadura e preocupado com a forma cruel com que a PM usa pra tirar informação de bandido. Sisudo, profundo, sério, do tipo que da beira da Ponte JK fita o horizonte.

Vergonha federal.

 


Rolling Stone se inspira na Boa Forma

22 22UTC Outubro 22UTC 2010

Sempre achei tão cult quando assistia a MTv e via um VJ super descolado falando que leu na Rolling Stone gringa que o Bonde do Rolê é umas das bandas para se ficar atento. E eu ficava feliz não pelo reconhecimento da banda. Também não pelo “atento” não signficar cuidado (para ouvir as músicas em volume baixo caso esteja carimbando processos num ministério ou perto da sua avó) com letras como “passa o cheque na vagaba”, “fica lisa e levada” ou – minha preferida – “é sessenta real a chupeta da Sandrinha, aaai”.

Eu achava gratificante era a própria Rolling Stone. É como se falassem de algo que você sabe que é bom, caro, inatingível e em inglês. Algo distante de você.

Também muito me adimirava quando falavam “Madonna é a capa da Rolling Stone desse mês”, “Adivinha quem tá na capa da Rolling Stone do mês de setembro? Madonna, véio!”.

O fato de estar na capa sugeria 2 fatos: 1) o artista valia a pena ver de novo. 2) a capa pode ser considerada uma singela obrazinha de arte contemporânea em edições multiplas e pagas em dólares.

Fato mesmo foi que me decepcionei quando tive acesso a internet e pude pesquisar as ditas cujas. Decepção não só porque a internet era discada e toda hora alguém queria usar o telefone. Nem porque para completar a imagem demorava alguns minutos e ao ver a foto sendo mostrada de cima pra baixo aos poucos aumentava meu nível de cortisol. Mas sim pelas capas.

As capas da conceituada revista está repleta de gente semi-nua ou nua. Nu artistico, uns defendem. Desnecessário, segundo Pedro Cardoso. Estilo Boa Forma, segundo eu.

Imagens dizem mais que palavras:

Rolling Stone X Boa Forma

 

ou Men’s Health

Se para ganhar dinheiro em cima da revista as boas matérias não são suficientes, a editora chama do Terry Richardson e faz uns ensaios putarísticos para usar um dos itens de maior valor na nossa cultura de consumo: o sexo. Vide o sex.com que é uma das mais importantes domínios e foi vendido por 13 milhões de dólares.

Há exceções de algumas capas importantes mesmo com exploração de corpos ou conotação sexual.

Vide:

Obviamente não sou contra a exposição de carnes. A não ser essa:

Que é de mau gosto e demonstra um desespero latente.

No Brasil segue-se o mesmo exemplo. Porém ainda moderadamente. Já pensou ter que levar seu avô pra comprar sudoku na banca de revista e ele dá de cara com a Bethânia fazendo pose do nascimento de Vênus? Que desgraça! Ou então aparece o Ed Motta mostrando os mamilos. Ou ver a Kelly Key peladinha… oops, errei de revista.

Mas afinal, que diferença faz???? A Playboy está repleta de reportagens curiosas, interessantes e lúcidas e tem mulher pelada. Só que a Rolling você compra e paga de cult. A Playboy você compra e…

Se quer saber sobre entretenimento, terá que ver a sexualização de seus personagens. Não há como fugir! você pode até enganar e dizer que comprou pela etrevista com o Woody Allen. Mas não vem que não tem! Pelo menos não colocaram o Woody pelado. Ainda.


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